Psicoterapia online para adultos

Terapia Cognitivo-Comportamental com psicólogo online, oferecendo cuidados qualificados para a saúde mental.

Mestre em
Neurociências
Psicoterapia
online
CRP 17/9004
TCC
Psicólogo

Gabriel Augusto

Abordagem terapêutica

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)

A Terapia Cognitivo-Comportamental é uma abordagem estruturada e baseada em evidências que investiga como pensamentos, emoções e comportamentos se influenciam. Ao longo do processo terapêutico, identificamos padrões que mantêm o sofrimento e desenvolvemos formas mais flexíveis e eficazes de lidar com eles.

01 Etapa 1

Descobrindo padrões

Identificação

Mapeamos, juntos, pensamentos, emoções e comportamentos relevantes — e os fatores que predispõem, ativam e mantêm esses padrões.

02 Etapa 2

Melhores escolhas

Avaliação

Examinamos, de forma colaborativa, a validade e a utilidade desses padrões — evidências a favor e contra, interpretações alternativas, custos, benefícios e consequências.

03 Etapa 3

Soluções mais eficazes

Resposta

Transformamos essa avaliação em ação, utilizando solução de problemas, estratégias de enfrentamento, experimentos comportamentais e aceitação ativa.

04 Etapa 4

Nova versão de si

Reestruturação cognitiva

Modificamos pensamentos automáticos, crenças intermediárias, crenças centrais e esquemas, fortalecendo a saúde mental com novas formas de interagir e interpretar a si, os outros e o mundo.

Gabriel Augusto, psicólogo

Gabriel Augusto – Psicólogo | CRP 17/9004

Sobre mim

Nascido em Viçosa-MG e morando em Natal-RN desde meus 6 anos de idade, eu me chamo Gabriel Augusto Baptista Cunha, sou psicólogo (CRP 17/9004), formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e Mestre em Neurociências pelo Instituto do Cérebro da UFRN, tendo como tema de estudo "sono, sonhos e emoções". Atuo com psicoterapia para adultos a partir da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem baseada em evidências que busca compreender o ser humano com foco nos processos cognitivos. Atualmente, estou cursando uma especialização em TCC pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), aprofundando minha formação nessa abordagem.

Minha trajetória na Psicologia nasce de um fascínio genuíno pelo comportamento humano e por suas motivações: nossas histórias, escolhas, relações, medos, desejos, dores e sonhos. Entendo a psicoterapia como um processo gentil e acolhedor em um ambiente seguro de confronto ativo: escuta, reflexão e adoção de novas formas de interagir com o mundo.

Vejo a Psicologia como um instrumento de libertação individual orientado para o coletivo. Esse processo começa quando aprendemos a acolher nossas emoções, reconhecer nossas necessidades e vulnerabilidades e olhar com honestidade para aquilo que pensamos, sentimos e fazemos. Ao compreendermos melhor nossa própria história e agirmos com maior transparência e coerência com nossos valores, podemos exercer nossa liberdade e autonomia por meio de escolhas mais conscientes e da construção de relações mais saudáveis.

Para isso, adoto como fundamento o behaviorismo de Skinner. Sob tal perspectiva, o controle nos cerca e nos pressiona, e a liberdade surge quando aprendemos a compreendê-lo, aceitá-lo e desafiá-lo, especificamente nessa ordem. Não podemos fazer, dizer ou escolher diretamente no lugar dos outros, mas podemos nos desenvolver e transbordar para o mundo à nossa volta relações de reforçamento mais saudáveis que, inevitavelmente, refletem nas situações futuras que viveremos.

Somente quando entendemos como o controle se estabelece é que podemos fazer algo a respeito.

Como funciona?

Do primeiro contato à última sessão

01

Primeiro contato

Envie uma mensagem para mim no WhatsApp. Eu mesmo respondo. Vamos entendermos o que melhor atende suas necessidades.

02

Primeiras sessões

São as sessões de avaliação. É um momento dedicado ao acolhimento inicial das demandas finalizado com diagnóstico e plano de intervenção personalizado.

03

Plano personalizado

Com base nas particularidades do caso e no que há de melhor disponível cientificamente, construímos cada passo da intervenção.

04

Sessões de acompanhamento

A partir da TCC, enfrentaremos os aspectos adoecedores e fortaleceremos os saudáveis, de modo prático, adaptando-nos a cada passo.

05

Encerramento

Nosso objetivo é que você alcance autonomia com as novas habilidades desenvolvidas ao longo da terapia. Encerraremos quando esse dia chegar. Nada te impede de encerrar a qualquer momento.

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Como a psicoterapia via TCC pode ajudar

Depressão

A depressão pode fazer com que tarefas antes simples pareçam difíceis. Não é falta de vontade, é uma condição multifatorial demarcada por alterações neuroquímicas e funcionais no cérebro que drenam energia, prazer e/ou sentido.

  • Identificar pensamentos automáticos que intensificam incapacidade, culpa e desesperança.
  • Retomar gradualmente atividades de prazer, vínculo e realização.
  • Reconstruir a rotina e desenvolver estratégias para prevenir recaídas.
Ansiedade

A ansiedade é um estado de antecipação de ameaça que prepara o corpo para reagir. Quando se torna excessiva, mantém preocupação, tensão, sintomas físicos e evitação mesmo sem perigo proporcional. Frequentemente promovem pensamentos catastróficos incapacitantes.

  • Identificar interpretações de ameaça e previsões catastróficas.
  • Reduzir esquivas e comportamentos usados para buscar segurança.
  • Enfrentar situações gradualmente e ampliar a tolerância à incerteza.
Sono

Dificuldades de sono e sono não reparador comprometem atenção, memória, humor, tomada de decisões e regulação emocional. A privação também aumenta irritabilidade, cansaço e risco de erros no cotidiano. Para a insônia crônica, a TCC-I é considerada tratamento de primeira linha.

  • Mapear possíveis transtornos do sono.
  • Estabelecer rotinas saudáveis que favorecem o sono
  • Desenvolver estratégias para lidar com os fatores que mantêm a insônia.
Transtorno de personalidade

Transtornos de personalidade são padrões persistentes e rígidos de pensar, sentir e se relacionar que se repetem em diferentes contextos. Podem afetar identidade, vínculos e manejo de conflitos. É comum a interpretação social equivocada de que é “um jeito difícil de ser”. Na verdade, esses padrões podem ser compreendidos à luz do transtorno e, a partir dele, desenvolver novas formas de interagir com o mundo.

  • Identificar esquemas, crenças centrais e gatilhos recorrentes.
  • Reconhecer ciclos emocionais e relacionais que mantêm o sofrimento.
  • Desenvolver flexibilidade, regulação emocional e habilidades interpessoais.
Abuso de substâncias

O uso problemático de álcool e outras drogas envolve ciclos de recompensa, alívio e aprendizagem. A substância pode se tornar uma forma rápida de reduzir tensão ou escapar de emoções, reforçando o uso apesar dos prejuízos. Geralmente envolve dependência química e a abstinência pode trazer sintomas bem desagradáveis.

  • Mapear gatilhos, funções do uso e situações de maior risco.
  • Desenvolver estratégias para a extinção do hábito, redução de danos e prevenção de recaídas.
  • Construir formas alternativas de regular emoções e resolver problemas.
Luto

O luto é a resposta à perda de uma pessoa, vínculo, papel ou projeto importante. Pode envolver tristeza, saudade, culpa, raiva, alterações no sono e dificuldade para reorganizar a rotina. Não segue fases rígidas nem possui um prazo igual para todos.

  • Compreender emoções, pensamentos e reações relacionados à perda.
  • Trabalhar culpa, evitação e dificuldades para retomar atividades.
  • Reorganizar a rotina sem apagar o vínculo e a história vivida.
Autoestima e autoimagem

Autoestima e autoimagem envolvem a forma como a pessoa avalia seu valor, aparência, capacidades e lugar nas relações. Quando negativas ou instáveis, erros recebem peso excessivo e qualidades são ignoradas. Quando excessivamente positivas, promovem comportamento igualmente inadequados e desalinhados. Não se modificam apenas com elogios ou pensamento positivo.

  • Identificar crenças negativas e regras rígidas de valor pessoal.
  • Reduzir autocrítica, comparação e desqualificação das próprias capacidades.
  • Testar novas formas de agir sem depender de aprovação constante.
Perfeccionismo e autocobrança

O perfeccionismo se torna prejudicial quando padrões excessivos determinam o valor pessoal e qualquer falha parece inaceitável. Pode gerar medo de errar, checagem, procrastinação e dificuldade para concluir. Não é sinônimo de excelência: frequentemente reduz desempenho e satisfação.

  • Identificar padrões inflexíveis e pensamentos de tudo ou nada.
  • Reduzir checagens, excesso de preparação e medo de concluir.
  • Separar valor pessoal de desempenho e construir critérios sustentáveis.
Relacionamentos

Relacionamentos são moldados por expectativas, interpretações, padrões de comunicação e maneiras de reagir a conflitos. Quando esses elementos se repetem, podem formar ciclos de cobrança, silêncio, explosão, afastamento ou dependência.

  • Identificar ciclos relacionais e interpretações que alimentam conflitos.
  • Comunicar necessidades e estabelecer limites com maior clareza.
  • Diferenciar responsabilidade própria daquilo que não está sob controle.
Traumas

Traumas podem manter o corpo reagindo como se o perigo ainda estivesse presente. Lembranças intrusivas, pesadelos, hipervigilância, evitação, culpa ou entorpecimento emocional são manifestações frequentes. É comum a interpretação social equivocada de "drama" ou "exagero", mas são respostas de proteção que permaneceram ativadas para proteger o indivíduo daquilo que está associado à experiência traumática.

  • Desenvolver recursos de estabilização e segurança no presente.
  • Trabalhar esquivas, culpa e interpretações construídas após o trauma.
  • Processar memórias gradualmente, com planejamento e consentimento.
Estresse

O estresse é uma resposta fisiológica às demandas que exigem adaptação e está atrelada a sensação de "estar pressionado". Quando frequente ou intenso, sem recuperação suficiente, pode afetar sono, atenção, irritabilidade, dores e desempenho, além de ser fator de risco para uma série de complicações mais incapacitantes, como hipertensão, AVC e infarto.

  • Identificar fontes de pressão e interpretações que ampliam a sobrecarga.
  • Reorganizar prioridades, limites e períodos de recuperação.
  • Desenvolver resolução de problemas e respostas menos automáticas.
Burnout

Burnout é um fenômeno relacionado ao estresse crônico no trabalho, marcado por exaustão, distanciamento ou cinismo e redução da sensação de eficácia. Pode fazer tarefas simples parecerem pesadas e sem sentido. Não se resolve apenas com descanso pontual ou resiliência individual.

  • Identificar condições de trabalho e padrões que sustentam a sobrecarga.
  • Recuperar limites, descanso e atividades desvinculadas do desempenho.
  • Definir o que exige adaptação pessoal ou mudança concreta no trabalho.
Regulação emocional

Regulação emocional é a capacidade de identificar, tolerar e modular emoções sem negá-las ou agir imprudentemente. Dificuldades podem aparecer como explosões, impulsividade, ruminação, bloqueio ou evitação. Regular não significa controlar tudo nem deixar de sentir.

  • Reconhecer emoções, gatilhos e sinais corporais com maior precisão.
  • Aumentar a tolerância ao desconforto sem recorrer à impulsividade.
  • Reavaliar interpretações e ampliar as possibilidades de resposta.
Propósito e sentido de vida

Propósito e sentido de vida surgem da relação entre valores, escolhas e cotidiano. Quando existe afastamento entre o que importa e a forma de viver, podem aparecer vazio, indecisão e desmotivação. Quando essa perda de sentido é persistente e acompanhada por desesperança, pode estar associada a um risco maior de ideação suicida e, portanto, é algo muito sério.

  • Identificar valores pessoais e fontes de significado.
  • Examinar escolhas mantidas por medo ou pressão externa.
  • Transformar prioridades em ações concretas e possíveis.
Dificuldade de aprendizagem

Dificuldades de aprendizagem podem envolver atenção, memória, sono, ansiedade, organização ou transtornos específicos. Não indicam baixa inteligência e podem exigir avaliação neuropsicológica, médica, pedagógica ou fonoaudiológica. A psicoterapia trabalha fatores emocionais e comportamentais que interferem no desempenho e podem favorecer o processo de aprendizagem.

  • Mapear barreiras cognitivas, emocionais e comportamentais.
  • Construir estratégias de planejamento, estudo e acompanhamento.
  • Reduzir ansiedade de desempenho, evitação e crenças de incapacidade.
Procrastinação

Procrastinação é o adiamento de uma tarefa importante apesar das consequências previstas. Frequentemente funciona como alívio imediato de tédio, ansiedade, insegurança ou medo de falhar, mas dificulta realizações de médio/longo prazo. Não é simplesmente preguiça: o alívio momentâneo reforça o adiamento.

  • Identificar emoções, pensamentos e situações que antecedem o adiamento.
  • Dividir tarefas e criar condições concretas para começar.
  • Desenvolver tolerância ao desconforto e consistência.
Autoaprimoramento

Autoaprimoramento é o desenvolvimento deliberado de habilidades, hábitos e formas de tomar decisões, mesmo sem a presença de um transtorno. Motivação isolada é instável; objetivos se tornam sustentáveis quando traduzidos em comportamentos observáveis, prática e acompanhamento.

  • Definir metas específicas, realistas e mensuráveis.
  • Identificar hábitos e contextos que favorecem ou dificultam o progresso.
  • Acompanhar resultados e ajustar estratégias quando necessário.
Autoconhecimento

Autoconhecimento é a capacidade de reconhecer padrões de pensamento, emoção, comportamento, reações corporais, valores e necessidades. É um processo lento, mas recompensador, de aprender como ser sua melhor versão considerando suas fragilidades e se aproveitando de suas potencialidades. Não se limita a compreender o passado: também envolve perceber o que acontece no presente e como isso orienta escolhas visando o futuro.

  • Mapear padrões e crenças que aparecem em diferentes contextos.
  • Compreender necessidades, valores, limites e vulnerabilidades.
  • Transformar esse entendimento em decisões mais conscientes.
Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

Reuni aqui algumas informações importantes sobre as sessões, o processo terapêutico e o início do acompanhamento que ouço com frequência.

Como funciona a sessão de psicoterapia?

As primeiras sessões são destinadas à avaliação inicial. Nelas, busco compreender determinados aspectos da vida do paciente, de modo a levantar informações essenciais que guiarão todo o processo terapêutico. Pode durar entre 2 a 4 sessões.

Após isso, as sessões de acompanhamento serão feitas de forma estruturada, mas jamais engessada.

Como faço para marcar uma sessão de psicoterapia?

Basta entrar em contato comigo afirmando interesse. Aqui no meu site eu disponibilizo meu WhatsApp profissional: https://wa.me/5584994640750. Também é possível enviar uma mensagem para o e-mail: psi.gabrielaugusto@gmail.com.

Havendo um horário compatível, agendaremos a sessão inicial. Caso não haja disponibilidade de horários, você poderá optar por entrar em uma fila de espera, organizada de acordo com a ordem dos contatos ou encaminhamento para outro profissional. Em alguns casos, poderei entrar em contato para indicar outro profissional devido à urgência.

Qual o valor da sessão?

O Conselho Federal de Psicologia veda a divulgação pública dos valores como forma de propaganda, então, para evitar problemas, os psicólogos geralmente não expõem. Entre em contato diretamente para ter acesso a essa informação.

O pagamento é realizado até 24 horas antes da sessão, preferencialmente por Pix ou transferência bancária.

Quanto tempo dura a sessão?

Por via de regra, cada sessão de psicoterapia tem duração de até 50 minutos, com frequência semanal.

Quanto tempo dura todo o tratamento?

Varia de acordo com cada caso. Vai depender dos objetivos, dos recursos disponíveis, da complexidade e do ritmo individual.

Psicoterapia é para pessoas fracas que não conseguem resolver seus problemas sozinhas?

Não. Na verdade é mais próximo do exato oposto. Guiado por um profissional especializado em tais habilidades, durante a psicoterapia o paciente é convidado a investigar com profundidade e confrontar vulnerabilidades e desafios que frequentemente se ignora por medo, desconforto ou conveniência. Diante disso, pode-se dizer que está mais próximo do estereótipo de "ser forte" do que de "ser fraco" - de "quem resolve os problemas" do que de "quem torce para que eles magicamente se resolvam sozinhos ou por outras pessoas".

Se a ideia de iniciar essa investigação parecer intimidadora, não se preocupe. Na psicoterapia nada é feito de maneira forçada ou além do que seja possível naquele momento. Os limites individuais são sempre rigorosamente respeitados, enquanto essa tal "força" e as habilidades necessárias para lidar com esses desafios são desenvolvidas gradualmente ao longo do processo, no tempo de cada um.

Psicoterapia é para qualquer pessoa ou há contraindicação?

Psicoterapia é recomendada para qualquer pessoa que queira cuidar da sua saúde mental, aprofunda-se em autoconhecimento, desenvolver habilidades e/ou busque por autoaprimoramento.

Vale ressaltar que meus atendimentos são direcionados exclusivamente a adultos. Caso a busca seja para crianças, adolescentes ou idosos recomendo procurar outro psicólogo especializado no público desejado.

Psicoterapia online funciona?

Sim. Estudos comparativos têm constatado que a psicoterapia online, conduzida por um psicólogo online, tem eficácia equivalente à presencial em diversas demandas, embora mais estudos sejam necessários para que possamos afirmar que são equivalentes em qualquer contexto.

Psicoterapia resolve qualquer problema?

Não. Todas as profissões são importantes. Cabe à psicologia apenas aquilo que diz respeito às cognições, às emoções e aos comportamentos. Por isso, o trabalho colaborativo com profissionais de outras áreas pode ser necessário e ocorre com frequência.

Mesmo dentro da esfera de atuação do psicólogo, nem todos os problemas têm solução. A psicoterapia, nesses casos, mobilizar-se-á para o desenvolvimento das melhores estratégias de enfrentamento possíveis, visando maior qualidade de vida e autonomia.

O sigilo das informações é garantido?

Sim, dentro dos limites éticos e legais da profissão. Como regra, tudo o que é compartilhado durante o atendimento é protegido pelo sigilo profissional. O sigilo pode ser rompido nas situações previstas em lei ou quando houver conflito entre sua preservação e os princípios fundamentais do Código de Ética, sempre com base na busca do menor prejuízo.

Mesmo nesses casos, somente as informações estritamente necessárias serão comunicadas, de modo a preservar ao máximo a privacidade do paciente.

Como saber quando é o momento certo para começar a fazer terapia?

A sensação de sobrecarga emocional, a percepção de determinados padrões que se deseja mudar, as dificuldades nos relacionamentos, os prejuízos no sono, nos estudos ou no trabalho, os problemas para tomar decisões ou os obstáculos recorrentes para alcançar determinados objetivos são importantes sinais de que a terapia pode ser uma boa opção, inclusive com potencial de trazer algum impacto significativo em curto prazo. Contudo, os ganhos mais profundos costumam ser observados nas reestruturações cognitivas a médio/longo prazo.

No entanto, não é necessário estar em crise: a terapia também pode ser um espaço de cuidado e prevenção.

Ainda tem dúvidas?

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